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Clínica Henrique Elkis


Os tipos de miomas

O Mioma é um problema comum entre as mulheres
e deve ser tratado de maneira consciente.

Com as novas tecnologias da medicina
o mioma pode ser tratado de forma rápida e eficaz.

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O mioma é um tipo de tumor muscular benigno do útero, portanto não é um tipo de câncer. Atualmente o mioma, atinge cerca de 50% das mulheres em idade entre 30 e 50 anos. O mioma também pode ser chamado de leiomioma, fibroma ou fibromioma. O mioma surge a partir de uma célula muscular do útero que cresce desproporcionalmente e se apresenta de vários tamanhos diferentes.

Fique atenta aos sintomas causados pelos miomas, acesse a página e leia mais.

Existem três tipos de mioma:o intramural, o submucoso e o subseroso. Essa classificação está relacionada com a localização do mioma na parede do útero e cada um deles apresenta uma sintomatologia diferente. Já o tratamento do mioma deve ser individualizado e pode ser clínico, cirúrgico ou intervencionista.

Entenda os três tipos de mioma:

Confira neste vídeo como é feita a embolizaçao do mioma uterino e a técnica intervencionista aplicada pelo médico especialista.


Tipos de Miomas

O mioma uterino é mais comum do que se pensa. Conheça alguns dos sintomas.

O tratamento da embolização do mioma uterino é inovador e é um procedimento seguro que oferece uma recuperação mais rápida para as pacientes.

A embolização do mioma facilita a integridade estrutural do útero.

Veja nesta figura os tipos de mioma e onde esles se localizam no útero da mulher.


O que pode desencadear o aparecimento do mioma?

O mioma aparece por causas genéticas e seu crescimento se dá, quase sempre, por ação do estrógeno, hormônio produzido no ovário da mulher em idade reprodutiva. Por isso, quando a mulher entra na menopausa, é comum que os miomas diminuam ou desapareçam, pois não há mais produção de estrógeno.

Como diagnosticar um mioma uterino?

O diagnóstico do mioma é possível inicialmente pela história da paciente e pelo exame físico realizado pelo ginecologista. Durante o exame, pode ser sentida uma massa de localização sugestiva de ser uterina. O principal exame utilizado é o ultrassom, que pode demonstrar a presença do tipo de mioma e também a sua localização.

Em qual idade da mulher o mioma uterino é mais comum?

O período mais comum de surgimento dos tipos de mioma é entre os 35 e 45 anos. Na puberdade são muito raros.

Independente do tipo de mioma, ele pode virar um câncer?

A chance do mioma virar um leiomiossarcoma (tumor maligno) é de 0,3% a 0,5%.

Há um tamanho pré-determinado do mioma?

O tamanho do mioma é variável, dependendo da gravidade do problema. Uns são pequenos como um grão de feijão; outros, grandes como uma bola de basquete.

Veja neste vídeo como é feita a embolização de mioma.

Qual o grau de sucesso da embolização de mioma?

A embolização uterina pode ser realizada com sucesso em quase 100% dos casos.

Algumas vezes surgem situações mais desafiadoras, como acontece em mulheres que têm uma cirurgia pélvica prévia ou têm variações anatômicas vasculares ou uma patologia vascular associada.

Mas a experiência e o treinamento do especialista em radiologia intervencionista, aliado aos recursos tecnológicos que a medicina moderna oferece, permitem resolver a maioria dos casos.


Em que casos o mioma pode levar à retirada do útero?

A histerectomia deve ser considerada uma das possibilidades de tratamento da miomatose uterina quando o caso é muito grave. A retirada do útero pode causar transtornos à vida ativa da mulher já que este órgão é responsável pelo orgasmo e pela feminilidade. Por isso converse com seu médico Ginecologista ou médico Radiologista Intervencionista e veja se a embolização de mioma é uma alternativa que preserva o útero.

Quais são os sintomas do mioma?

Sangramentos leves fora do periodo menstrual, ou ciclos menstruais mais intensos e longos; dores nas pernas e pelvis; dores durante o ato sexual; dificuldade para engravidar ou abortos expontâneos são alguns sintomas dos tipos de mioma.

Depois do tratamento de mioma, posso engravidar?

A possibilidade varia conforme a gravidade e a localização dos miomas. Outro aspecto importante é se realmente existe o desejo reprodutivo. Em algumas situações a terapia com hormônios é suficiente para controlar o problema, embora algumas pacientes se ressintam de efeitos colaterais como náuseas, dor de cabeça, retenção de líquido e ganho de peso, entre outros. Quando o tratamento hormonal não resolve e a mulher já é mãe, é mais frequente a retirada do útero (histerectomia). Já para as pacientes que desejam ter filhos, uma das alternativas é a embolização. As chances de engravidar após esse procedimento variam de 30% a 35%.

Quais são os tratamentos de mioma?

Os tipos de tratamento do mioma são os tratamentos clínico, cirúrgico e intervencionista.

Tratamento de mioma clínico - é baseado na administração de hormônios, sejam eles orais, injetáveis ou de implante subcutâneo. Sabe-se que o mioma se "alimenta" de hormônios e quando administra-se inibidores o mioma tende a reduzir sua atividade, diminuir de tamanho e minimizar seus sintomas. O problema é que o uso prolongado de hormônios têm seus efeitos nocivos. Além disso, quando se suspende a medicação os miomas voltam a crescer rapidamente e os sintomas voltam ainda mais fortes.

Tratamento cirúrgico de mioma baseado em três procedimentos:

Pesquisas feitas sobre a embolização de mioma podem ser resumidas da seguinte maneira:

Caso tenha dúvidas sobre o tratamento de embolização de mioma, ou sobre os tipos de mioma e seus procedimentos envie um e-mail para Clínica Elkis Intervenção. Lembrando que este contato não substitui uma consulta com o Médico Especialista em mioma.

Leia uma matéria publicada no site do Hospital Albert Einstein sobre a embolização de mioma.

Recomendações:

De acordo com Dr. Henrique Elkis, a principal recomendação é que toda mulher consulte um médico que pedirá um histórico clínico completo, fará exame físico e solicitará ou revisará estudos complementares. Ao concluir que os sintomas são decorrentes da miomatose, o próximo passo é apresentar e discutir todas as opções terapêuticas disponíveis. Quando a paciente aceita realizar a embolização uterina, será necessário revisar os estudos laboratoriais e de imagem - que têm uma validade média de 30 dias - e então agendar a embolização.

Fontes Bibliográficas

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